DITADOR?: Prefeito de Cajazeiras é acusado de pedir “cabeça” de radialista em emissora local; Leia Nota

"Realmente não há justa causa para demitir um funcionário por mera perseguição política”

A locutora, e apresentadora da Rádio Patamuté/FM de Cajazeiras, Goreth Videres, emitiu Nota aos seus ouvintes, comunicado do seu afastamento daquela emissora.


Na Nota, a profissional do Rádio, esclarece que a motivação do seu afastamento “sem justa causa foi pura perseguição política, por ter sido obrigada a escolher entre o meu silêncio para permanecer no emprego ou a demissão. Dignamente escolhi não vender meu caráter, pois para mim ele não tem preço”.

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A Radialista Goreth Videres, natural da Cidade de Sousa iniciou uma série de reportagens pelas redes sociais quando convocada pela população para mostrar, e revelar os desmandos administrativos do Prefeito Zé Aldemir.

Essas atitudes da Radialista foram passíveis de intervenção por parte dos proprietários da emissora. “Apesar de nunca ter misturado meu trabalho na Patamuté FM com meu trabalho como repórter fora da empresa, me vi obrigada a escolher calar sobre os absurdos praticados pela atual gestão de Cajazeiras ou ser demitida. É, assim fui demitida sem justa causa. Realmente não há justa causa para demitir um funcionário por mera perseguição política”.


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Goreth vem realizando um trabalho corajoso na Imprensa Cajazeirense, neste momento, em tese existir força política junto aos órgãos de comunicações oficiais locais buscando amordaçar os profissionais que ousam desafiar o poder do atual Gestão, ao julgar pela Nota emitida da comunicadora Goreth que se diz perseguida pelo poder público municipal por exercer uma Imprensa livre, e independente, e não aceitar o contraditório.

Leia a Nota na Integra da radialista

Assumi a função de locutora-operadora na Rádio Patamuté FM em 01 de junho de 2011, e de lá pra cá me dediquei integralmente às minhas funções com zelo e carinho, tanto é que passei 8 anos e 5 meses na empresa, e hoje saio de cabeça erguida por nunca ter sido reclamada e nunca ter sido indisciplinada no meu trabalho.

Fui demitida sem justa causa por pura perseguição política, por ter sido obrigada a escolher entre o meu silêncio para permanecer no emprego ou a demissão. Dignamente escolhi não vender meu caráter, pois para mim ele não tem preço.

Prestei serviços para diversos políticos ao longo do tempo que trabalhei na Patamuté FM, e nunca fui reclamada por isso. Apresentei eventos políticos, comícios, cerimoniais, mas curiosamente quando passei a mostrar a verdade nua e crua da atual administração de Cajazeiras passei a ser tida como louca e proibida de fazer vídeos ou matérias sobre os desmantelos da atual gestão.

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Apesar de nunca ter misturado meu trabalho na Patamuté FM com meu trabalho como repórter fora da empresa, me vi obrigada a escolher calar sobre os absurdos praticados pela atual gestão de Cajazeiras ou ser demitida. É assim fui demitida sem justa causa. Realmente não há justa causa para demitir um funcionário por mera perseguição política.

Saio livre, e de cabeça erguida, certa que novos horizontes se abrirão e que, com Deus acima de todos, prevalecerá a justiça D’Ele.

Aos meus ouvintes e admiradores deixo aqui meu abraço apertado, na certeza que estaremos muito mais juntos a partir de agora, no meu novo projeto profissional. Conto com todos vocês.

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Aos que me desejam o mal ou tentam me diminuir por ser mulher e por desbravar a mentira maquiada pelo dinheiro público, saibam que a luta está apenas começando.

Um grande abraço da repórter do povo, Goretty Videre

Por Pereira Jr. 

Articulista, analista político, e Estudante de Marketing em Gestão Empresarial, e Política

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