
16/01/2026 às 10:46


"Estou apoiando um governo tecnocrático palestino recém-nomeado, o Comitê Nacional para a Administração de Gaza, apoiado pelo Alto Representante do Conselho, para governar Gaza durante sua transição", disse Trump nas redes sociais.
Em outra postagem, Trump afirmou que o "Conselho da Paz", do qual o próprio Trump é o presidente, foi formado e seus membros seriam anunciados em breve.
Israel e o Hamas se acusam mutuamente de violações do cessar-fogo em Gaza, onde, desde o início da trégua em outubro, mais de 440 palestinos, incluindo mais de 100 crianças, e três soldados israelenses foram mortos.
O cessar-fogo também foi testado pelo fracasso em recuperar os restos mortais de um último refém israelense, pelos atrasos na reabertura da passagem da fronteira de Gaza com o Egito e pela recusa do Hamas em se desarmar até o momento.
Ao insistir na segunda fase do cessar-fogo, Washington e seus parceiros mediadores precisarão enfrentar os desafios incômodos do desarmamento do Hamas, da retirada israelense vinculada ao desarmamento e do envio de força internacional de manutenção da paz.
O órgão tecnocrático palestino terá 15 membros e será liderado por Ali Shaath, ex-vice-ministro da Autoridade Palestina apoiada pelo Ocidente, que foi responsável pelo desenvolvimento de zonas industriais, de acordo com declaração dos mediadores Egito, Catar e Turquia.
"Esses líderes palestinos estão inabalavelmente comprometidos com um futuro de paz", disse Trump. Muitos especialistas afirmam que o fato de Trump ser presidente do conselho destinado a supervisionar a governança de Gaza assemelha-se a uma estrutura colonial.
Ele também reiterou que o Egito, o Catar e a Turquia ajudarão a garantir o que chamou de "acordo abrangente de desmilitarização" com o Hamas.
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