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Felipe Leitão deixará Republicanos pelo MDB, e suas implicações políticas em 2026

No dia 22 de dezembro, Felipe Leitão anunciou apoio à pré-candidatura do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, ao Governo do Estado.

Por Pereira Jr. • Articulista Polí­tico

15/01/2026 às 11:19

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Imagem Deputado Estadual, Felipe Leitão

Deputado Estadual, Felipe Leitão ‧ Foto: divulgação

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A decisão do deputado estadual Felipe Leitão de deixar o Republicanos e se filiar ao MDB marca mais do que uma troca partidária: sinaliza reposicionamento estratégico no tabuleiro político da Paraíba. O movimento foi articulado pelo presidente estadual do MDB, o senador Veneziano Vital do Rêgo, e consolida um alinhamento que já vinha sendo desenhado desde o fim de 2025.

No dia 22 de dezembro, Felipe Leitão anunciou apoio à pré-candidatura do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, ao Governo do Estado. A filiação ao MDB, agora confirmada, fecha o ciclo político iniciado naquele gesto e insere o parlamentar de forma definitiva no projeto emedebista para as eleições deste ano.

Historicamente, Felipe Leitão sempre adotou uma postura pragmática, com trânsito em diferentes campos políticos. A saída do Republicanos ocorre em um momento de reconfiguração interna da legenda e de indefinições sobre palanque majoritário, enquanto o MDB oferece um projeto mais claro, com liderança consolidada e perspectiva de crescimento no estado.

Para o MDB, a chegada de Felipe Leitão fortalece a bancada estadual e amplia o capital político do partido em regiões estratégicas. Para Veneziano, trata-se de mais um passo na construção de um bloco competitivo, capaz de atrair novos apoios e ampliar alianças, como o próprio senador já sinalizou publicamente.

No plano estadual, a consequência imediata é o enfraquecimento do Republicanos na Assembleia Legislativa e o fortalecimento do MDB como polo de atração de quadros com mandato. No médio prazo, o movimento tende a influenciar a formação dos palanques majoritários e a redistribuição de forças entre situação e oposição.

A filiação de Felipe Leitão, portanto, não é um ato isolado. É parte de um processo maior de rearranjo político, no qual partidos buscam musculatura eleitoral e parlamentares escolhem projetos com maior previsibilidade e espaço de protagonismo.

Por Pereira Júnior 

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