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Denúncia

MP apura se prefeita e presidente da Câmara de Bayeux usaram guardas para escolta pessoal

O MPPB já requisitou documentos e esclarecimentos oficiais à Prefeitura, à Câmara e à Corregedoria da Guarda para dar andamento ao caso.

Da Redação Repórter PB

08/07/2026 às 15:20

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Imagem Prefeita Tacyana e presidente da Câmara, Jays de Nita

Prefeita Tacyana e presidente da Câmara, Jays de Nita ‧ Foto: Reprodução

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um procedimento investigativo para apurar denúncias de desvio de finalidade, abuso de autoridade e uso político na Guarda Civil Municipal de Bayeux.

O foco principal da apuração é o suposto emprego de agentes públicos na segurança pessoal da prefeita, Tacyana Leitão, e da presidente da Câmara de Vereadores, Jays de Nita, além da utilização da máquina administrativa para fins político-partidários.

As investigações começaram após representações enviadas à Ouvidoria do MPPB. Entre os episódios citados, consta que o ex-comandante da corporação, Kleber Renato Barbosa Medeiros, teria permanecido atuando na escolta particular da prefeita mesmo após sua exoneração do cargo de chefia, utilizando a estrutura municipal.

O órgão também apura a denúncia de que servidores armados estariam atuando à paisana em funções alheias às atribuições da Guarda, bem como um episódio ocorrido em 3 de fevereiro de 2026, quando guardas teriam sido usados para barrar a entrada da população na Câmara Municipal e privilegiar o acesso de funcionários contratados à galeria.

Em nota oficial, a presidência da Câmara Municipal de Bayeux informou que ainda não foi notificada sobre a investigação, mas ressaltou que a Casa não possui equipe própria de segurança patrimonial. Segundo o comunicado, o acionamento da Guarda Civil ocorre de maneira estritamente institucional e preventiva para assegurar a ordem coletiva e proteger o patrimônio público, sem motivações pessoais.

O MPPB já requisitou documentos e esclarecimentos oficiais à Prefeitura, à Câmara e à Corregedoria da Guarda para dar andamento ao caso.

 

Fonte: Repórter PB

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