algodão

Projeto “Ouro Branco” amplia sua área, trouxe esperança para os Irrigantes de São Gonçalo, e expectativa de produção alta em Sousa; Vídeo

A Região do Sertão apresenta período de chuva irregular, porém para a cultura do Algodão é o ideal para a produção ser favorável



O Projeto “Ouro Branco” amplia sua área de plantação nesta 2ª edição no Município de Sousa, com extensão para outras localidades.


Em 2018, início do Projeto Piloto na localidade da Lagoa dos Estrelas foram 18 hectares plantadas de algodão. Neste ano de 2019, chegam a 400 hectares que tem uma expectativa de produção uma das maiores registrada.




Área de ampliação do “Ouro Branco” acontece no Perímetro Irrigado de São Gonçalo, terra fértil, antes improdutiva pela dizimação da cultura primaria do Coco que era exportada para muitas localidades do Brasil inteiro, e gerava produção e renda para os Colonos.


Com amplitude do Projeto “Ouro Branco” através dos Empresários, Thiago Guedes, e Rominho, foi feita plantação do algodão ainda experimental em vários Lotes do Perímetro Irrigado de São Gonçalo, e já é percebido que o solo é propicio, cujo resultado deverá ser além do esperado.




O Portal REPORTERPB esteve em um destes Lotes de plantação do Algodão, e conversou com o Agrônomo responsável pelo Projeto “Ouro Branco”, Afonso Júnior que relatou que o Algodão é uma cultura muito resistente, não carece grande quantidade de água, mesmo com estiagem de até 25 dias sem chover, as precipitações foram o suficiente para garantir uma boa safra neste ano, cujo resultado deverá ser ainda mais de expansão no próximo ano.




- O algodão é uma cultura muito resistente, ideal para o sertão, e requer pouca água. Com 300mm de água anual dá para se produzir. Esse algodão não é irrigado, é um algodão de sequeiro mesmo, algodão de chuva, disse o Agrônomo.


A Região do Sertão apresenta período de chuva irregular, porém para a cultura do Algodão é o ideal para a produção ser favorável.




A produção já começa a ser colhida no início do mês de junho. Toda uma infraestrutura está sendo montada com duas colheitadeiras com cinco linhas, transmolde, prensa, safra levada diretamente para a Usina, gerando riqueza para os agricultores no Sertão da Paraíba.


O Agrônomo Afonso Júnior disse que não sabe mensurar a quantidade de toneladas que serão colhidas nestes 400 hectares de Algodão plantadas em locais de baixinhos, e em outros terrenos arenosos com argila. Relatou ainda que no ano passado apenas com 18 hectares a produção chegou a 23 toneladas colhidas, imagine agora com 400 hectares.




Afonso Júnior chamou atenção para o detalhe da fibra do algodão produzido no solo Sousense, com característica impa, e muita sedosa, o que representa um alto índice de aceitação no mercado interno, e externo.




- Esse algodão é todo especial por que dá uma fibra grande, bastante procurada no mundo inteiro com padrão médio a alto, e consequentemente dará uma pruma especial, evidente, tecidos especiais, completou.

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Repórter PB

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