Sousa/PB -
Campina Grande

Polícia Civil prende mulher em flagrante por maus-tratos contra animal doméstico

A ação policial teve início após denúncias feitas por moradores de um residencial localizado no bairro do Cruzeiro.

Da Redação Repórter PB

06/03/2026 às 15:40

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Imagem Prisão de mulher em flagrante por maus-tratos contra animal

Prisão de mulher em flagrante por maus-tratos contra animal ‧ Foto: Reprodução/Polícia Civil

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente de Campina Grande, efetuou, nessa quinta-feira (5), a prisão em flagrante de uma mulher de 34 anos, suspeita da prática do crime de maus-tratos contra animal doméstico.

A ação policial teve início após denúncias feitas por moradores de um residencial localizado no bairro do Cruzeiro. As informações indicavam que um casal havia se mudado de um apartamento no local e deixado um cão da raça labrador sozinho no imóvel, possivelmente em situação de abandono há cerca de quatro dias.

Diante da denúncia, equipes da Polícia Civil se deslocaram até o local para averiguação dos fatos. Durante a diligência, a tutora do animal compareceu ao apartamento e autorizou a entrada dos policiais. No interior do imóvel, os policiais constataram que o local estava vazio, apresentando forte odor de fezes e urina espalhadas pelo ambiente, além da ausência de água e alimento para o animal.

Peritos criminais do Instituto de Polícia Científica (IPC) realizaram perícia no local, enquanto o cão apresentava sinais evidentes de debilidade, como anorexia, desidratação, diarreia, secreção ocular, apatia, mucosas pálidas e dificuldade de locomoção. De acordo com laudo médico veterinário, o quadro clínico indica que a situação de maus-tratos já vinha ocorrendo há algum tempo.

O animal foi resgatado e encaminhado ao Centro de Zoonoses de Campina Grande, onde recebe atendimento médico veterinário para recuperação. A mulher foi autuada em flagrante e passará por audiência de custódia, podendo responder pelo crime de maus-tratos contra animal doméstico, cuja pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão, conforme a legislação penal ambiental vigente.

O companheiro da investigada já foi identificado e também será apurado no mesmo procedimento policial pelo crime de maus-tratos contra animal doméstico.

Fonte: Repórter PB

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