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Prorrogado prazo para uso da ficha digital de registro de hóspedes

Rádio Agência

19/02/2026 às 19:44

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O início da utilização da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital foi prorrogado por mais 60 dias pelo Ministério do Turismo. A medida tem o objetivo de melhorar e adequar questões técnicas e operacionais do setor hoteleiro.

A ficha digital vai substituir a ficha de registro em papel, e vai se tornar obrigatória para todos os estabelecimentos de hospedagem no país.

Essa modernização possibilita que o hóspede faça um check-in de forma mais rápida, com o pré-preenchimento automático de dados por meio do Gov.br.

Durante uma videoconferência no início deste ano, o Secretário de Políticas de Turismo, Joarez Moreira, explicou que a ficha digital vai tornar o turismo brasileiro mais eficiente, ampliando o acesso a informações.

“Esse é o objetivo: modernizar o processo, ampliar o acesso às informações e tornar o turismo brasileiro mais eficiente, seguro e aliado às transformações digitais, que já fazem parte da rotina dos viajantes”.

O secretário reforçou que essa modernização vai melhorar a experiência dos hóspedes e dos estabelecimentos.

“Estamos, literalmente, aposentando papel. A Ficha Nacional de Registro de Hóspede Digital moderniza uma das etapas mais importantes da hospedagem: o registro obrigatório do hóspede. Esse é um momento de capacitação fundamental para alinhar os fluxos, responsabilidades, adequações e boas práticas. Reduzindo riscos de não-conformidade e, ao mesmo tempo, melhorando experiência de que hospeda e de quem é hospedado”.

De acordo com o Ministério do Turismo, a implementação da ficha digital vai representar para os estabelecimentos economia de tempo e de gastos operacionais, além de mais segurança jurídica. A automação também vai permitir conexão com sistemas online, consultas de relatórios em tempo real e aprimorar a gestão.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a prorrogação do início da ficha digital é positiva porque vai permitir que hotéis e pousadas, especialmente pequenos e médios empreendimentos, façam a adequação sem sofrer prejuízos. A entidade considera a modernização “um avanço na construção de políticas públicas mais alinhadas à realidade do setor, ao mesmo tempo em que preserva a agenda de inovação e transformação digital do turismo nacional”.

*Com supervisão de Bianca Paiva 

2:20

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