
10/01/2026 às 15:20
A Confederação Nacional da Indústria, a CNI, considera a aprovação do Acordo Mercosul-União Europeia um avanço na inserção internacional do Brasil e no fortalecimento da indústria nacional.

Nesta sexta-feira (9), a União Europeia confirmou a aprovação do tratado com o Mercosul, criando a maior zona livre de comércio do mundo, envolvendo 700 milhões de pessoas. A assinatura está prevista para o próximo sábado (17), no Paraguai.
Mas o acordo comercial ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu para entrar em vigor. Os congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai também têm que ratificar o tratado.
A CNI acredita que o acordo deve promover impactos significativos sobre os investimentos bilaterais, ao ampliar a previsibilidade regulatória, reduzir barreiras tarifárias e facilitar o comércio e investimento.
Segundo a Confederação, a cada 1 bilhão de reais exportado do Brasil à UE foram criados quase 22 mil empregos no país.
Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC, avalia que o acordo com a União Europeia permite uma nova era para o setor produtivo, com a possibilidade de modernização e integração de cadeias globais de valor.
Para a CNC, a parceria estratégica é fundamental para revitalizar o projeto de integração regional e fortalecer os laços políticos, culturais e econômicos entre os blocos.
A União Europeia é o segundo principal mercado externo brasileiro. Em 2024, foram US$ 48,2 bilhões de dólares de exportações brasileiras, o equivalente a 14% do total exportado pelo país.
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