
16/07/2026 às 16:00
A Polícia Civil representou pela prisão preventiva do delegado Braz Morroni e de dois investigadores da instituição nesta quinta-feira (16).
Os agentes públicos são apontados como integrantes de um esquema de colaboração com facções criminosas. A rede de corrupção policial vinha sendo monitorada há mais de um ano e foi desmantelada no mês passado durante a deflagração da Operação "Perfidus".
Em um dos inquéritos já concluídos, o trio foi indiciado por desviar entorpecentes apreendidos e forjar boletins de ocorrência para mascarar as ações ilícitas. Segundo a investigação, as provas detalham a conduta individualizada de cada acusado em todas as etapas da engrenagem criminosa, que abrangia desde o confisco clandestino das drogas até a distribuição, venda e lavagem do dinheiro obtido com o tráfico.
Para otimizar o andamento do caso e evitar tumulto processual, os trabalhos foram divididos em núcleos temáticos. Enquanto este primeiro procedimento segue para a Justiça, outros três inquéritos derivados da Operação Perfidus continuam em andamento, concentrando-se em crimes de organização criminosa, vazamento de informações sigilosas sobre operações e manipulação de investigações. Os servidores públicos indiciados seguem afastados e à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Repórter PB
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