Sousa/PB -
Em Campina Grande

Ação conjunta entre PRF e Polícia Militar apreende motocicleta clonada

O envolvido foi preso em flagrante pelo crime de Adulteração de Sinal Identificador de Veículo Automotor (Art. 311 do Código Penal).

Da Redação Repórter PB

24/02/2026 às 12:30

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Imagem Motocicleta apreendida em ação das Polícias

Motocicleta apreendida em ação das Polícias ‧ Foto: Reprodução

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Uma operação integrada entre o Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da Polícia Rodoviária Federal e o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran/PMPB) resultou na prisão de um homem de 47 anos e na apreensão de uma motocicleta adulterada nessa segunda-feira (23).

A ação ocorreu por volta das 11h45, no bairro Velame. Uma equipe do BPtran interceptou uma Honda CG 160 Fan, de cor vermelha, que já era monitorada por suspeita de clonagem após ter fugido de uma abordagem policial no início do mês.

Durante a inspeção técnica realizada pelos especialistas do GPT, foram encontrados vestígios claros de manipulação:

• Adulteração Física: O chassi e o motor apresentavam sinais diferentes do padrão original de fábrica.
• Inconsistência de Valor: O condutor, que trabalha como motociclista de aplicativo, afirmou ter adquirido o veículo por R$ 9.000,00 através de um anúncio em rede social. O valor é significativamente inferior à Tabela Fipe, que avalia modelos similares em cerca de R$ 15.800,00.

O homem alegou ter comprado a moto há cerca de oito meses, em um posto de combustível na cidade de Queimadas/PB, mas não soube identificar o vendedor. Devido às alterações estruturais, não foi possível identificar o veículo original de imediato.

O envolvido foi preso em flagrante pelo crime de Adulteração de Sinal Identificador de Veículo Automotor (Art. 311 do Código Penal). Ele foi conduzido ileso pela Polícia Militar à Central de Polícia de Campina Grande para os procedimentos judiciários.

Atenção ao Consumidor: A PRF alerta que a compra de veículos com valores muito abaixo do mercado, sem procedência clara ou realizados em locais informais, aumenta drasticamente o risco de o comprador responder por crimes de receptação ou adulteração.

Fonte: Repórter PB

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