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Taxa de desocupação da Paraíba é a menor no 1º trimestre do ano nos últimos 14 anos

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado (8,7%), o índice de desocupados da Paraíba caiu 1,7 ponto percentual.

Da Redação Repórter PB

15/05/2026 às 10:30

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Imagem Taxa de desocupação da Paraíba

Taxa de desocupação da Paraíba ‧ Foto: Reprodução

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A taxa de desocupação da Paraíba no primeiro trimestre de 2026 chega a 7%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor nível nos últimos 14 anos no estado, levando em consideração o primeiro trimestre do ano. A pesquisa começou a ser publicada por unidade da federação no ano de 2012.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado (8,7%), o índice de desocupados da Paraíba caiu 1,7 ponto percentual.

Cresce número de pessoas ocupadas na PB – Entre os primeiros trimestres de 2025 e o de 2026, o número de pessoas ocupadas aumentou em 87 mil na Paraíba, o que representa uma alta de 5,4%. Com a elevação, a população ocupada no 1º trimestre deste ano chegou a 1,709 milhão frente ao mesmo período do ano passado (1,621 milhão). Ainda na mesma pesquisa houve uma queda de 16,1% no número de pessoas desocupadas na Paraíba, caindo de 154 mil (1º tri/25) para 129 mil (1º tri/26).

Ranking da taxa de desocupação do Nordeste – No ranking do Nordeste, o Maranhão (6,9%) e a Paraíba (7%) permanecem como as menores taxas de desocupados da Região. Na sequência, vêm os estados do Ceará (7,3%) e do Rio Grande do Norte (7,6%), enquanto Pernambuco (9,2%), Alagoas (9,2%) e Bahia (9,2%) são as maiores taxas da Região. Os índices do Maranhão e da Paraíba ajudaram a reduzir a taxa média da Região Nordeste, que caiu de 9,8%, no primeiro trimestre de 2025, para 8,4%, em 2026.

Nível de ocupação crescente – O secretário de Estado da Fazenda (Sefaz-PB), Marialvo Laureano, afirmou que “os dados comparativos entre os dois primeiros trimestres deste ano e do ano passado da Paraíba melhoraram consideravelmente, mesmo o primeiro trimestre do ano, historicamente, sendo o mais crítico para o mercado de trabalho na Paraíba devido aos aspectos como sazonalidade e ajustes que ocorrem nos primeiros meses do ano”, pontuou.

Contas equilibradas investimentos mantidos – Segundo Marialvo Laureano, as contas públicas do Estado equilibradas e a manutenção do volume considerável de investimentos com recursos próprios em obras estruturantes em todas as regiões da Paraíba têm contribuído de forma direta para manter baixa a taxa de desocupação e, ao mesmo tempo, elevado as contratações, além da parceria essencial com a iniciativa privada na geração de emprego e renda. Neste primeiro trimestre de 2026, mais de 87 mil pessoas foram incluídas na população ocupada da Paraíba em relação ao mesmo período do ano passado. Em suma, o mercado de trabalho paraibano tem se mostrado persistente nas contratações e na manutenção do emprego”, declarou.

Segmentos que mais empregam – De acordo ainda com a Pnad Contínua, os seis segmentos na Paraíba que mais têm pessoas ocupadas no 1º trimestre deste ano são: Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (370 mil); Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (306 mil); Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (197 mil); Construção (170 mil); Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (154 mil); e Indústria geral (147 mil).

Sobre a pesquisa Pnad Contínua - É a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. A amostra abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios de todos os estados, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham nesta pesquisa, integrados às mais de 500 agências do IBGE em todo o País.

Fonte: Repórter PB

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