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+Proteção

Cursos beneficiam cinco comunidades quilombolas em Catolé do Rocha

São ofertadas 50 vagas e carga horária mínima de 30 horas e ministrados por meio de parceria com a Associação dos Quilombos da Paraíba e da Associação de Promoção do Desenvolvimento Local (APDL).

Da Redação Repórter PB

17/03/2026 às 11:45

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Imagem Cursos de Corte e Costura e de Inteligência Artificial

Cursos de Corte e Costura e de Inteligência Artificial ‧ Foto: Reprodução

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O Projeto +Proteção Quilombola, iniciativa do Governo da Paraíba sob a gerência da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), chegou, nessa segunda-feira (16), a outras cinco comunidades quilombolas do estado. Na cidade de Catolé do Rocha, no Sertão, o Projeto levou os cursos de Corte e Costura e de Inteligência Artificial para moradores das comunidades São Pedro dos Migueis, Pau de Leite, Sítio Baixio, Lagoa Rasa e Curralinho Jatobá. O projeto já contemplou comunidades quilombolas de João Pessoa, Conde, Pombal, Alagoa Grande, Serra Branca e Catolé do Rocha.

O Projeto tem por objetivo qualificar as mulheres e jovens das comunidades quilombolas para o mercado de trabalho por meio da oferta de cursos profissionalizantes nas áreas de Corte e Costura, Artes Visuais (com foco em elementos da cultura local); Artesanato e Identidade Cultural Quilombola; Embelezamento (cabelo e unha) e Inteligência Artificial para Jovens. Em todos os cursos, existe um módulo que trata da Assistência Social e Direitos Sociais.

São ofertadas 50 vagas e carga horária mínima de 30 horas e ministrados por meio de parceria com a Associação dos Quilombos da Paraíba e da Associação de Promoção do Desenvolvimento Local (APDL).

Segundo a secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Pollyanna Werton, o curso escolhido leva em consideração a necessidade e interesse de cada comunidade. “Os cursos foram definidos a partir de conversas com as comunidades, levando em conta a vocação e especificidades de cada localidade. Na verdade, algumas mulheres até tinham essas habilidades, mas precisavam se especializar, qualificar melhor os seus serviços para desenvolverem o empreendedorismo, tanto pegando serviços de fora em casa, como também se deslocando para trabalhar em oficinas de costura ou ateliês que precisam dessa mão de obra. Então, não é só um curso, não é só diplomar essas mulheres e sim qualificar entendendo que o mercado de trabalho absorve”, explicou.

Ela adiantou que “também se trata de uma reparação histórica, porque são quilombos e essas mulheres precisavam se habilitar para desenvolverem seus talentos e a costura é um deles”, observou.

Fonte: Repórter PB

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