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Prisão de empresário e bloqueio de bens da Aliança em operação da PF ameaçam realização do São João de Campina Grande

A Operação da Polícia Federal que resultou na prisão, nesta terça-feira, 19, em Pernambuco, do dono da Aliança Comunicação,

A Operação da Polícia Federal que resultou na prisão, nesta terça-feira, 19, em Pernambuco, do dono da Aliança Comunicação, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva, põe em xeque o Maior São João do Mundo. O evento é realizado justamente pela Aliança, que teve os bens bloqueados pela Justiça, o que pode comprometer a realização da festa.

A Aliança é responsável pela realização do São João de Campina desde 2017, por meio de uma parceria público-privada. A licitação para a festa de 2019, no valor de R$ 2,99 milhões, foi renovado e as primeiras atrações já foram anunciadas.

O contrato anual com a Aliança é de quase R$ 3 milhões, parceria questionada e criticada, até porque o Prefeito Romero Rodrigues havia dito, desde 2017, que a Prefeitura iria economizar R$ 5 milhões anuais, para a construção do segundo Hospital da Criança (um foi efetivado na gestão do então prefeito Veneziano Vital), mas até agora a obra não saiu do papel.

O dono da Aliança Comunicação, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva, é um dos alvos da Operação Fantoche, que desmantelou mais um esquema de corrupção no Brasil, desta vez na área do turismo, envolvendo o Sistema S e supostos desvios em torno de R$ 400 milhões.

HISTÓRICO – No ano passado, em plena realização dos festejos em Campina Grande, aconteceu um incêndio na parte inferior do Parque do Povo, onde dezenas de barracas foram tomadas pelo fogo. Até agora, conforme a Associação dos Barraqueiros, esses comerciantes ainda não foram ressarcidos.

Repórter PB

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