
17/09/2026 às 14:50
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quinta-feira (17), o decreto que reajusta as parcelas do Bolsa Família em 15%.
A correção reflete a inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026 e tem como objetivo recompor o poder de compra da população de baixa renda.
Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a medida passa a gerar efeitos financeiros a partir de 1º de outubro.
Com a atualização, o valor mínimo garantido por família sobe de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio nacional passa de R$ 675 para R$ 777.
O decreto também reajusta os adicionais do programa: o Benefício de Renda de Cidadania passa a R$ 164 por integrante; o Primeira Infância sobe para R$ 173; e o Variável Familiar atinge R$ 58.
Em solenidade no Palácio do Planalto, representantes dos ministérios do Planejamento e da Fazenda destacaram que a reposição inflacionária visa combater a insegurança alimentar, projetando que o impacto do programa no PIB em 2027 fique entre 1,2% e 1,25%.
Fonte: Repórter PB
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