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Alerta

Deputado Júnior Araújo alerta para avanço do feminicídio e cobra ações mais rigorosas de combate na Paraíba

Júnior Araújo destacou a necessidade de um esforço conjunto entre os poderes e reforçou o papel das casas legislativas na criação de leis mais rigorosas para enfrentar o problema.

Da Redação Repórter PB

25/03/2026 às 10:20

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Imagem Deputado estadual, Júnior Araújo (PSB)

Deputado estadual, Júnior Araújo (PSB) ‧ Foto: Reprodução

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O deputado estadual Júnior Araújo (PSB), voltou a acender o alerta, nesta terça-feira (24), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), sobre o crescimento dos casos de feminicídio e violência contra a mulher no estado. Em pronunciamento na tribuna, o parlamentar classificou a situação como preocupante e cobrou medidas mais firmes por parte do poder público.

Segundo ele, os registros de violência têm se tornado frequentes no cotidiano da população, com casos sendo noticiados praticamente todos os dias. “Estamos diante de uma banalização de um crime que tem aterrorizado as mulheres. Não há um único dia em que não nos deparamos com um caso de feminicídio. Isso não pode ser tratado como algo normal”, afirmou.

Júnior Araújo destacou a necessidade de um esforço conjunto entre os poderes e reforçou o papel das casas legislativas na criação de leis mais rigorosas para enfrentar o problema.

“É fundamental que avancemos na legislação e também na aplicação das leis. Precisamos de punições mais duras e de políticas públicas que previnam esse tipo de crime e protejam as mulheres”, pontuou.

O deputado também defendeu uma atuação mais integrada do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher e da Segurança Pública, com ações voltadas à prevenção, acolhimento das vítimas e combate à violência de gênero. “Sou pai de uma filha, tenho irmãs, amigas. Esse é um problema que pode atingir qualquer família. Por isso, não podemos nos calar nem tratar com indiferença algo tão grave”, disse.

O parlamentar reforçou que seguirá atuando na defesa dos direitos das mulheres e na construção de iniciativas que fortaleçam a rede de proteção.

“É uma luta permanente. Precisamos falar sobre isso, agir e garantir que as mulheres tenham segurança e respeito em todos os espaços”, concluiu.

Fonte: Repórter PB

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