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Complexo Lar do Garoto

Fundac exibe sessão 700 do Cine Transformar com tema sobre a violência contra a mulher

O projeto utiliza o cinema como instrumento pedagógico para estimular a reflexão crítica entre os socioeducandos, sendo ferramenta de educação, diálogo e transformação social no sistema socioeducativo do estado da Paraíba.

Por Redação do Reporterpb

17/03/2026 às 18:47

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Fundac exibe sessão 700 do Cine Transformar com tema sobre a violência contra a mulher ‧ Foto: Divulgação

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O projeto Cine Transformar da Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” (Fundac) completa sete anos de existência e comemora sua sessão número 700, com exibição de videoclipe para socioeducandos do Complexo Lar do Garoto ‘Padre Otávio Santos’, em Lagoa Seca. 

O projeto utiliza o cinema como instrumento pedagógico para estimular a reflexão crítica entre os socioeducandos, sendo ferramenta de educação, diálogo e transformação social no sistema socioeducativo do estado da Paraíba.

Para comemorar mais esse marco, o Cine Transformar levou aos adolescentes e jovens que cumprem medidas judiciais no Complexo Lar do Garoto uma temática urgente e necessária: A violência contra a mulher, com a exibição do videoclipe da música “Camila”, (Nenhum de Nós), cuja narrativa provoca reflexão sobre os relacionamentos abusivos e os impactos da violência de gênero. 

Para o presidente da Fundac, Flavio Moreira, dialogar sobre violência contra a mulher é transformar uma questão historicamente tratada como problema pessoal, em uma pauta de responsabilidade coletiva. “Um debate essencial para desnaturalizar comportamentos machistas, educar a sociedade e combater o ciclo de agressões que afetam mulheres em todo o mundo”, disse. 

Após a exibição do clipe, o setor de Diversidade Étnico-Racial, Gênero e Orientação Sexual da Fundac conduziu uma conversa com os socioeducandos sobre as diferentes formas de opressão cometidas contra as mulheres (física, psicológica, moral, patrimonial e sexual), ressaltando a importância do respeito, da empatia e da construção de uma cultura livre de violência.

Fonte: Repórter PB

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