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Flávio Bolsonaro reage à polêmica sobre Bolsa Família e nega intenção de limitar benefício a dois anos

Declarações da equipe econômica do candidato provocaram questionamentos sobre o futuro do programa social; senador afirma que pretende manter os pagamentos e incentivar a geração de emprego e renda

Da Redação Repórter PB

20/10/2026 às 07:53

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Imagem Flavio Bolsonaro

Flavio Bolsonaro ‧ Foto: Divulgação

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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) veio a público nesta segunda-feira (19) para esclarecer declarações de sua equipe econômica que provocaram repercussão nacional sobre possíveis mudanças no Bolsa Família. O senador negou que pretenda estabelecer um prazo máximo de dois anos para o recebimento do benefício e afirmou que o programa será mantido caso seja eleito.

A controvérsia teve início após declarações de Daniella Marques, responsável pela área econômica da campanha, sobre a possibilidade de estabelecer um período de transição de dois anos para beneficiários que conquistassem emprego formal ou passassem a desenvolver atividades empreendedoras.

A proposta levantou questionamentos sobre as condições de permanência das famílias no programa, especialmente diante da interpretação de que o prazo mencionado poderia representar uma limitação ao pagamento dos benefícios.

Diante da repercussão, Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo nas redes sociais para contestar a possibilidade de encerramento do Bolsa Família após dois anos. O candidato procurou tranquilizar os beneficiários e reafirmou o compromisso de preservar o programa de transferência de renda.

Segundo a posição apresentada pela campanha, a intenção é criar mecanismos que estimulem a inserção dos beneficiários no mercado de trabalho e o desenvolvimento de atividades econômicas, permitindo uma transição gradual para famílias que consigam ampliar seus rendimentos.

O candidato também declarou que pretende manter o reajuste de aproximadamente 15% concedido ao Bolsa Família durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A discussão ganhou dimensão eleitoral após críticas da campanha governista, que passou a questionar os possíveis efeitos da proposta sobre a segurança financeira das famílias atendidas pelo programa.

Apesar dos esclarecimentos, permanecem dúvidas sobre a aplicação prática das mudanças defendidas pela equipe econômica de Flávio Bolsonaro. Ainda não foram detalhad

Fonte: Repórter PB

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