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seca

El Niño retorna e acende alerta para diferentes regiões do Brasil

Segundo a meteorologista da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Cátia Valente, há 63% de probabilidade de que o El Niño atinja intensidade muito forte

Da Redação Repórter PB

14/06/2026 às 07:18

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Imagem Oceano Pacífico Equatorial

Oceano Pacífico Equatorial ‧ Foto: divulgação

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O fenômeno climático El Niño foi oficialmente confirmado neste ano e já mobiliza autoridades e meteorologistas em todo o país. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e do Centro de Previsão Climática da NOAA, o aquecimento anômalo do Oceano Pacífico Equatorial deve se manter até o verão austral de 2026/2027, com efeitos distintos em diferentes regiões brasileiras.

No Norte e Nordeste, episódios de El Niño historicamente provocam períodos mais secos, aumentando a possibilidade de estiagens, redução da umidade do solo e pressão sobre os reservatórios de água. Já na Região Sul, a expectativa é de chuvas acima da média, o que eleva o risco de enchentes, alagamentos e elevação do nível dos rios.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, realizou reunião com diversos órgãos federais para traçar estratégias preventivas, de mitigação e de resposta aos impactos do fenômeno. Durante o encontro, especialistas apresentaram projeções recentes e enfatizaram a necessidade de acompanhamento contínuo.

Segundo a meteorologista da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Cátia Valente, há 63% de probabilidade de que o El Niño atinja intensidade muito forte em diferentes estados entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. A especialista destacou que, apesar da alta probabilidade, os impactos exatos dependem da interação de múltiplos sistemas atmosféricos, o que exige planejamento detalhado e ações preparatórias em nível estadual e municipal.

O retorno do El Niño reforça a necessidade de monitoramento rigoroso e mobilização de recursos para garantir a segurança da população e minimizar prejuízos econômicos e sociais, especialmente em áreas sensíveis à seca e à chuva intensa.

Fonte: Repórter PB

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