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Cármen Lúcia conduzirá criação de Código de Ética no Supremo em meio a desafios institucionais

O presidente do STF classificou a iniciativa como um processo de autocorreção, reconhecendo que, embora o tema não seja consensual entre todos os integrantes do colegiado, o diálogo será a ferramenta para construir uma "confiança pública" sólida.

Da Redação Repórter PB

03/02/2026 às 08:00

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Imagem Ministra do STF, Cármen Lúcia

Ministra do STF, Cármen Lúcia ‧ Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Na sessão solene que marcou a abertura do Ano Judiciário de 2026, nesta segunda-feira (2), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, anunciou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta do primeiro Código de Ética da Corte.

A medida surge como um esforço de fortalecimento institucional e busca ampliar a transparência e a legitimidade do tribunal perante a sociedade.

Em seu discurso, Fachin enfatizou que o momento atual exige "responsabilidade institucional" e "fidelidade absoluta à Constituição", pontuando que os ministros devem ser responsáveis pelas escolhas que fazem.

O presidente do STF classificou a iniciativa como um processo de autocorreção, reconhecendo que, embora o tema não seja consensual entre todos os integrantes do colegiado, o diálogo será a ferramenta para construir uma "confiança pública" sólida.

A cerimônia, realizada no plenário da Corte, reuniu os chefes dos Três Poderes. Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estiveram presentes os novos presidentes do Legislativo, Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado), reforçando o caráter de cooperação institucional para o novo ciclo jurídico que se inicia.

Fonte: Repórter PB

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