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Balanço

Polícia Civil bloqueia R$ 116 milhões em ativos de organizações criminosas durante operação Renorcrim Recupera do Ministério da Justiça

Os números reforçam o compromisso da Polícia Civil da Paraíba no combate qualificado às organizações criminosas, especialmente no que se refere à asfixia financeira das facções.

Da Redação Repórter PB

13/05/2026 às 15:45

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Imagem Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco)

Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) ‧ Foto: Reprodução/Ilustrativa

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A Polícia Civil da Paraíba teve atuação de destaque nacional na Operação Renorcrim Recupera, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e realizada entre os dias 13 de abril e 8 de maio de 2026. Por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), a instituição foi responsável por 24% de todo o bloqueio de ativos financeiros de organizações criminosas realizado no país durante a ofensiva.

Ao todo, a Polícia Civil da Paraíba conseguiu o bloqueio de R$ 116 milhões em ativos financeiros, de um total de R$ 483 milhões bloqueados pela operação em âmbito nacional, evidenciando a eficiência das investigações conduzidas pela DRACO no enfrentamento às estruturas financeiras do crime organizado. Além do expressivo resultado financeiro, a atuação da Polícia Civil paraibana também resultou na apreensão de 34 armas de fogo, representando um total de 31% de todo o material bélico apreendido durante a operação.

Foram realizadas 120 prisões e apreensões realizadas em quatro estados da federação, além da apreensão de 416 quilos de drogas, 34 armas de fogo retiradas de circulação e cerca de 9,9 mil bens apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 15 milhões.

Os números reforçam o compromisso da Polícia Civil da Paraíba no combate qualificado às organizações criminosas, especialmente no que se refere à asfixia financeira das facções, estratégia considerada essencial para desarticular grupos criminosos e enfraquecer sua capacidade operacional.

RENORCRIM RECUPERA - A Renorcrim Recupera reúne esforços das unidades especializadas das Polícias Civis de enfrentamento às organizações criminosas — DRACOs ou similares — no âmbito da Rede Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renorcrim), além das Unidades de Recuperação de Ativos integrantes da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera). A integração entre essas estruturas fortalece o uso da inteligência financeira como ferramenta fundamental para enfraquecer a base econômica das facções criminosas.

Fonte: Repórter PB

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