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Operação da PF mira chefe de gabinete de deputada em investigação sobre Cabedelo

Entre as medidas determinadas pela Justiça está o afastamento do prefeito eleito de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante)

Da Redação Repórter PB

14/04/2026 às 13:57

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Imagem Prefeitura de Cabedelo

Prefeitura de Cabedelo ‧ Foto: divulgação

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14), a Operação Cítrico, que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos públicos no município de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. Entre os alvos da ação está Rita Bernadeth Moura Medeiros, chefe de gabinete da deputada estadual Dra. Paula.

A operação é realizada em conjunto com o Ministério Público da Paraíba, por meio do Gaeco, e a Controladoria-Geral da União. As investigações apontam a atuação de um grupo suspeito de praticar irregularidades em processos licitatórios, além de possíveis crimes de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e financiamento de organização criminosa.

Entre as medidas determinadas pela Justiça está o afastamento do prefeito eleito de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante). Ao todo, 13 pessoas foram incluídas na lista de investigados, que reúne agentes públicos, empresários e advogados.

Além de Rita Medeiros, aparecem entre os alvos nomes como Edvaldo Manoel de Lima Neto, Josenilda Batista dos Santos, Vitor Hugo Peixoto Castelliano, Luciano Junior da Silva, Aldecir Monteiro da Silva, Rougger Xavier Guerra Junior, Diego Carvalho Martins, Claudio Fernandes de Lima Monteiro, Cynthia Denize Silva Cordeiro, Tanison da Silva Santos, Genilton Martins de Brito e Manuella Trevizan da Silva.

De acordo com as apurações, o grupo teria utilizado contratos administrativos para beneficiar empresas supostamente ligadas à facção conhecida como “Tropa do Amigão”, apontada como associada ao Comando Vermelho. As investigações indicam ainda a possível utilização de recursos públicos para sustentar atividades ilícitas, além de influência em estruturas administrativas e políticas do município.

Até o momento, não houve manifestação pública das defesas dos citados. As investigações seguem em andamento e novas etapas da operação não estão descartadas pelas autoridades responsáveis.

Fonte: Repórter PB

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