
28/02/2026 às 19:00
O Oriente Médio entrou em um estado de beligerância sem precedentes neste sábado (28), após um ataque coordenado de larga escala das forças dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou em suas redes sociais que o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante o bombardeio a um complexo fortificado. Embora o governo iraniano negue o óbito, alegando que o clérigo está em local seguro, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reforçou que há indícios claros do fim da era Khamenei, que comandava a teocracia há quase quatro décadas.
A ofensiva atingiu centenas de alvos militares em Teerã e outras cidades estratégicas, como Isfahan e Qom, resultando em pelo menos 201 mortos e 747 feridos, segundo dados preliminares do Crescente Vermelho. Entre as baixas confirmadas por agências internacionais estão o ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. Em retaliação, o Irã disparou uma salva de mísseis e drones contra Israel e bases americanas no Golfo Pérsico, provocando o fechamento do Estreito de Ormuz, rota vital para o suprimento global de petróleo.
Donald Trump classificou o momento como a "maior oportunidade da história" para o povo iraniano retomar o controle do país, incitando membros das forças de segurança a desertarem em troca de imunidade. Enquanto o mundo observa o risco de uma escalada nuclear e o colapso do regime persa, Netanyahu apelou para que os civis iranianos ocupem as ruas.
A comunidade internacional aguarda uma prova definitiva sobre o paradeiro de Khamenei, cuja morte, se confirmada, representará a maior mudança geopolítica na região desde a Revolução Islâmica de 1979.
Fonte: Repórter PB
Para ler no celular, basta apontar a câmera