Sousa/PB -
saúde

Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave mantêm atenção em vários estados do país, aponta Fiocruz

Apenas Piauí, Rondônia, Pernambuco e Tocantins apresentaram situação fora do nível de alerta nas últimas duas semanas

Da Redação Repórter PB

05/07/2026 às 07:11

Ads 970x250
Imagem Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ‧ Foto: Divulgação

Tamanho da Fonte

A circulação de vírus respiratórios continua a pressionar os serviços de saúde em diversas regiões do Brasil. Segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e referente à Semana Epidemiológica 25 (15 a 21 de junho), a maioria dos estados permanece com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta, risco ou alto risco.

Apenas Piauí, Rondônia, Pernambuco e Tocantins apresentaram situação fora do nível de alerta nas últimas duas semanas. Em contrapartida, estados como Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Roraima mostraram tendência de crescimento nos casos graves ao longo das últimas seis semanas.

O relatório aponta que o vírus sincicial respiratório (VSR) continua sendo o principal agente causador das hospitalizações, afetando especialmente crianças pequenas. Influenza A e B também tiveram papel relevante no Centro-Sul do país, enquanto a Covid-19 apresentou crescimento localizado em estados como Amazonas e Ceará, embora ainda em níveis baixos no cenário nacional.

Entre os casos com identificação viral, o VSR representou 55,2%, seguido pelo rinovírus (23,1%), influenza A (14,5%), influenza B (8,1%) e SARS-CoV-2 (2,1%). No registro de óbitos, a influenza A foi predominante, correspondendo a 36,7%, seguida por VSR (22,3%), rinovírus (20,9%), influenza B (13,1%) e Covid-19 (8,3%).

O boletim reforça que a incidência é maior entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade afeta mais os idosos, especialmente pelos impactos da influenza A. A Fiocruz destaca a importância da vacinação contra influenza e Covid-19, bem como a adoção de medidas preventivas, como o uso de máscaras em ambientes fechados e o isolamento de pessoas com sintomas respiratórios.

O acompanhamento contínuo dos vírus respiratórios é essencial para antecipar medidas de proteção à saúde pública, especialmente diante da proximidade do inverno e da circulação simultânea de diferentes agentes virais.

Fonte: Repórter PB

Ads 728x90

QR Code

Para ler no celular, basta apontar a câmera

Comentários

Aviso Legal: Qualquer texto publicado na internet através do Repórter PB, não reflete a opinião deste site ou de seus autores e é de responsabilidade dos leitores que publicam.