
21/09/2026 às 09:23
Diante da falta de acordo com a empresa e após uma semana em greve, o Tribunal Superior do Trabalho julga nesta segunda-feira o dissídio coletivo dos empregados dos Correios.

A sessão está marcada para uma e meia da tarde.
No pedido de dissídio coletivo enviado ao TST, a direção dos Correios alegou a necessidade de controlar despesas em meio à reestruturação.
O principal impasse está na mudança do plano de saúde.
Os trabalhadores contestam a intenção da empresa de migrar sua condição de mantenedora para patrocinadora do Correios Saúde.
Os sindicatos rejeitaram a proposta inicial da direção da empresa, que ofereceu reajuste de 0,87%.
A categoria reivindica recomposição com base na inflação acumulada e ganho real, apontando que a oferta da estatal ficou bem abaixo do INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor.
Os trabalhadores também não aceitam o fim das gratificações específicas, como a de motoristas, por quebra de caixa e o vale extra de Natal.
Ao julgar a legalidade da greve dos Correios, o TST determinou a manutenção de 80% do efetivo em atividade.
Através de nota, os Correios disseram que mantêm os serviços em todo o país, atuando para reduzir os eventuais impactos da paralisação, que afirma ter adesão parcial de empregados.
*Com informações da Agência Brasil
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