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Julgamento do caso Henry Borel chega ao oitavo dia nesta segunda-feira

Rádio Agência

01/06/2026 às 17:06

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O julgamento do caso Henry Borel – menino de quatro anos morto em 2021, no Rio de Janeiro, com diversas lesões pelo corpo – chegou ao oitavo dia nesta segunda-feira (1º). A sessão tornou-se a mais longa do Tribunal do Júri do estado do Rio, superando a da deputada federal Flordelis, em 2022.

Depoimento

Prestou depoimento o perito Leonardo Tauil, indicado pela defesa do ex-vereador Dr. Jairinho, réu pela morte da criança. Taiul assinou o laudo cadavérico de Henry no Instituto Médico Legal na época da morte. De acordo com o profissional, não foi encontrado nenhum móvel no apartamento que poderia ter causado a morte do menino. Segundo a versão de Jairinho, que era padrasto de Henry, e de Monique Medeiros, mãe da criança e também ré pela morte, o menino havia tropeçado e caído da cama. Tauil reafirmou ainda que a morte foi causada por “hemorragia interna resultada de lesão hepática por ação contundente”.

Durante o depoimento do especialista, foram mostradas imagens do corpo de Henry. Nesse momento, Monique Medeiros deixou o plenário, assim como ocorreu na última sexta-feira (29), no depoimento de outro perito, Luiz Carlos Leal Prestes, em que também foram exibidas imagens do corpo.

Julgamento

Acompanham o julgamento sete jurados. Eles não podem conversar entre si nem com terceiros sobre o caso, além de ficarem afastados de redes sociais e do noticiário. O destino dos réus será decidido por eles por maioria simples. Cabe à juíza responsável, Elizabeth Machado Louro, definir o tamanho da pena no caso de condenação. A expectativa é que a sentença ocorra na passagem de quarta-feira (3) para quinta-feira (4) desta semana.

*Com informações da Agência Brasil

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