
14/04/2026 às 15:05


O Desafio Bioinovação Amazônia convoca profissionais para solucionar seis desafios nos setores de alimentação, cosméticos e novos materiais verdes. Eles devem utilizar matérias-primas como castanha-do-brasil, açaí, andiroba, copaíba, murumuru, buriti, babaçu e borracha nativa.
A iniciativa busca dois perfis:
O programa tem quatro fases: seleção de talentos (online), formação de equipes e design da solução (online), imersão e validação (residência na Amazônia e online) e cerimônia de premiação final (presencial).
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Os dez selecionados receberão um pacote de apoio: “inovadores” ganharão bolsas mensais de R$ 3,5 mil a R$ 7,5 mil/mês por seis meses, conforme nível de formação; especialistas em P&D, bolsas mensais de US$ 650 a US$ 1,3 mil por seis meses.
Também está previsto um fundo da validação de R$ 100 mil por equipe para insumos, reagentes e testes especializados; suporte laboratorial do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA); mentoria especializada, passagens e hospedagem em Manaus.
O desafio prevê a premiação final de três pessoas, com valores de R$ 200 mil, R$ 150 mil e R$ 100 mil, conforme a colocação. Eles também se tornarão parceiros da Zôma, a geradora de negócios do Idesam, e receberão suporte jurídico para adequação à Lei da Biodiversidade, acesso a redes de mercado e apoio estratégico contínuo para a criação do negócio.
A ação conta com financiamento do Bezos Earth Fund e parceria da Penn State University (EUA), da Rede Terra do Meio e da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Coopeacre).
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