
13/04/2026 às 10:38


O valor a ser pago é de R$ 300 mil, dividido entre o estado e a União.
O processo aponta que a universitária vivia em uma residência estudantil da Universidade de São Paulo e, após o Ato Institucional nº 5, passou a sofrer perseguição política pelos órgãos estatais de repressão. Entre 1968 e 1974 ela foi presa e torturada, recebeu choques elétricos e até uma injeção de éter no pé.
O relator do processo explicou que a reparação econômica tem natureza trabalhista e patrimonial. O magistrado Paulo Alberto Sarno seguiu jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, na qual são imprescritíveis as ações de reparação decorrentes de perseguição e tortura praticadas durante o regime militar.
*Com informações da Agência Brasil
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