
17/03/2026 às 15:55
Um levantamento internacional aponta o crescimento de 29% na participação feminina em produções científicas. Em 2022, quase metade dos estudos publicados no país teve pelo menos uma mulher entre os autores. 

Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, comentou a situação brasileira:
"Nós mudamos a regra do CNPq, porque as cientistas que viram mães acabam tendo impacto dessa condição e o tempo de produtividade daqueles resultados, [então] nós alteramos considerando a escolha que essas mulheres fazem."
Mesmo com avanços, os dados mostram que a presença feminina diminui conforme a carreira científica avança. Nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, o crescimento também ocorreu, mas em ritmo mais lento nos últimos anos.
Diversas ações estão sendo planejadas, como informa Luciana Santos:
"Nós temos também programas na área de microeletrônica. Temos também uma política de startups, para empreendedorismo. E assim a gente vai estimulando, fortalecendo a participação das mulheres e dando visibilidade, porque às vezes a visibilidade é que inspira as meninas a percorrerem essas carreiras."
Os especialistas ainda destacam que políticas públicas de incentivo à formação e programas de permanência são fundamentais para ampliar a participação das mulheres e reduzir desigualdades no ambiente científico.
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