
05/01/2026 às 13:01
Depois de abrirem em leve queda após os Estados Unidos capturarem Nicolás Maduro neste final de semana, os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira. O mercado internacional reagiu com cautela à crise na Venezuela, país com as maiores reservas de petróleo do mundo. Os dois principais índices do petróleo, Brent e WTI, oscilaram para cima.

O petróleo bruto Brent é uma referência internacional utilizada por mais da metade das compras mundiais. Já o petróleo bruto WTI também serve como referência para os preços na América do Norte.
Neste domingo, os oito países da OPEP+, Organização dos Países Exportadores de Petróleo, se reuniram para analisar as perspectivas do mercado. Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã reafirmaram que vão manter os níveis de produção de petróleo estáveis, mesmo após a invasão da Venezuela.
Ao noticiar a captura do presidente sul-americano no sábado (5), Donald Trump ameaçou outro ataque caso a Venezuela não cooperasse com os Estados Unidos para abrir a indústria petrolífera nacional.
Segundo a agência Reuters, a Venezuela havia expropriado os ativos de empresas petrolíferas estrangeiras que se recusaram a conceder à estatal PDVSA um maior controle operacional. A petrolífera norte-americana Chevron estava entre as empresas que negociaram para permanecer na Venezuela, mas outras norte-americanas rivais já haviam desistido e entraram com pedidos de arbitragem.
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