Prefeito de Cajazeiras teria uma lista com 400 nomes para demissão?

A lista dos 400 já é inquietante ainda mais quando nesta altura, Zé Aldemir luta com sua equipe econômica para encontrar recursos para iniciar o pagamento da primeira metade do 13º salário

Informações vindas de Cajazeiras apontam lista com 400 servidores comissionados que poderão ser demitidos até o final do ano pelo Prefeito Zé Aldemir (PP).

As motivações são as mais obvias possíveis: falta de recurso para fechar o balanço final do exercício financeiro 2019.

Essa questão de atraso de salário já é eco do Vereador, Jucinério Felix, ex-líder do Governo municipal que se decepcionou com o Projeto José Aldemir, e saiu do esquema político do Alcaide.

A lista dos 400 já é inquietante ainda mais quando nesta altura, Zé Aldemir luta com sua equipe econômica para encontrar recursos para iniciar o pagamento da primeira metade do 13º salário, quanto estamos em outubro, diferente da Prefeitura de Sousa que antecipou desde de julho aos seus servidores municipal a metade do seu 13º.

Outra preocupação também é com o pagamento com os fornecedores que andam com o pé atrás com medo de enfrentarem pela frente os famosos precatórios, justamente a meia a crise financeira que passa o País. É para quebrar qualquer Empresa, caso isso venha se concretizar na Terra em que ensinou a Paraíba a lê ao meio a essa desconfiança de desiquilíbrio econômico das contas da Prefeitura Cajazeirense.

Mesmo com esse impacto financeiro que pode atingir em cheio a Gestão Municipal de Cajazeiras com data marca até o dia 31 de dezembro de 2019, o que se percebe que a preocupação do Gestor Zé Aldemir é buscar interferir nas decisões políticas de várias Cidades Adjacentes. A demissão seria a melhor saída para não afundar as contas públicas municipais de vez. Vale lembrar que em 2020 é ano eleitoral, e Zé Aldemir pretende disputar a sua reeleição. Que sinuca de bico!!!

Vem-me um adagio popular a cabeça: “quem se preocupa com a casa dos outros, se esquece da sua”. Com a palavra José Aldemir Meireles.

Por Pereira Jr.
Articulista e Analista político.

Destaques