
Na recepção dos aprovados, o magistrado detalhou os principais casos encontrados durante as audiências, destacando a importância das técnicas de composição dos conflitos que são utilizadas e ressaltando o papel central da postura proativa do conciliador ao presidir as sessões em buscar meios de solução amigável. “No meu ponto de vista, a conciliação parte da seguinte pergunta: ‘por que não?’. Que elementos estão impedindo o acordo e o que o conciliador pode fazer para contorná-los de maneira benéfica às partes?”, indagou o juiz federal.
Também participam do treinamento membros da assessoria e da secretaria da 15ª Vara Federal, instruindo sobre as maneiras pelas quais o conciliador pode atuar, no sentido de otimizar a tramitação dos processos.
Nesta quinta-feira (17), o treinamento será finalizado com explicações sobre a elaboração de relatórios, que concentram os principais dados de cada processo e sobre as audiências de salário-maternidade, além de detalhes importantes relacionados às Leis nº 10.259/2001 e nº 12.153/2009.