Campanha

Jutay faz ação nas redes sociais com mitos e verdades sobre aneurisma cerebral

Dados do Ministério da Saúde mostram que 6,5 mil pessoas morrem por conta de um aneurisma no Brasil.

O deputado estadual Jutay Meneses (PRB) iniciou ações para divulgação da Semana Estadual de Prevenção ao Aneurisma Cerebral, instituída pela Lei nº 11.011/2017 de sua autoria. O parlamentar vem realizando uma campanha nas redes sociais mitos e verdade e sobre as ações de prevenção, o diagnóstico e o tratamento da doença. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aneurisma atinge 2% na população em todo o mundo. Dados do Ministério da Saúde mostram que 6,5 mil pessoas morrem por conta de um aneurisma no Brasil.


“Essa é uma doença que vem causando a morte de muitas pessoas pela forma silenciosa com que ela se desenvolve. Por isso, estamos realizando uma campanha nas nossas redes para deixar esse alerta para um diagnóstico precoce. É importante termos sempre um acompanhamento médico ao menor sinal de aparecimento da doença”, destacou o deputado.

Especialistas afirmam que embora os tratamentos sejam muito eficazes, os riscos são grandes. Aproximadamente, 50% dos pacientes morrem nos primeiros 30 dias do rompimento do aneurisma ou, o que é pior, antes mesmo de dar entrada em algum serviço de pronto atendimento.



Médicos destacam que quando o aneurisma é diagnosticado a tempo, é indicada a sua monitoração, lembrando que aneurisma diagnosticado é aneurisma tratado. Detectado antes do rompimento, ou mesmo em casos de urgência/emergência, os procedimentos indicados são: endovascular (embolização) ou microcirurgia (cirurgia aberta com auxílio de microscópio cirúrgico). O objetivo de todo tratamento é excluir o aneurisma da circulação sanguínea, evitando-se assim a ruptura e o sangramento, que pode ser fatal em 25% dos casos.

Aneurisma – É uma dilatação de uma porção de um vaso cerebral, em geral causado por uma falha na camada muscular das artérias. Essa falha, em geral, é congênita, embora o aneurisma leve anos para se desenvolver a partir disso. Muito raramente, lesões infecciosas e traumáticas podem levar a situações semelhantes, mas, em alguns casos, isso possa ser considerado “pesudo aneurismas”.

Repórter PB

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