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Alerta aos banhistas

Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa chama atenção para acidentes com águas-vivas

É justamente no período do verão onde estes animais invertebrados marinhos se reproduzem nas águas mais quentes e claras, com um pico de ocorrências que pode se estender até abril.

Por Redação do Reporterpb

06/01/2026 às 20:48

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Imagem Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa chama atenção para acidentes com águas-vivas

Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa chama atenção para acidentes com águas-vivas ‧ Foto: Rafael Passos e Kleide Teixeira/arquivo

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) traz um alerta para os banhistas que frequentam o litoral de João Pessoa. Nesta época do ano, entre os meses de dezembro e março, ocorre uma maior incidência de águas-vivas nas praias pessoenses. É justamente no período do verão onde estes animais invertebrados marinhos se reproduzem nas águas mais quentes e claras, com um pico de ocorrências que pode se estender até abril.
 
A Unidade de Pronto Atendimento (Upa) Oceania, situada à Avenida Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra), presta atendimento para estes tipos de casos. Para se ter ideia, nos últimos 30 dias foi registrado um aumento de 20% a 30% no número de atendimentos por acidentes com águas-vivas. Os profissionais de saúde chamam atenção para os riscos e destacam os cuidados que a população deve ter caso venha a ter contato com esses animais nas praias.
 
“A primeira opção ao ter contato com uma água-viva é lavar o local afetado com a própria água do mar de forma corrente, enfatizando que precisa ser bastante água corrente e salgada, sem esfregar o local afetado. Uma segunda opção é lavar de forma corrente com ácido acético 5%, que é o nosso popular vinagre. Pode ser também necessária a remoção mecânica dos tentáculos e, em casos de lesões maiores, até outros tipos de tratamentos médicos para queimaduras”, orientou Heitor Bandeira, médico e responsável técnico da Upa Oceania.
 
O que não deve fazer - De acordo com o profissional, é igualmente importante saber o que não deve ser feito após o contato com uma água-viva, a exemplo de não aplicar urina e nem água doce no local, assim como também não esfregar a região afetada com as mãos ou toalhas, pois pode piorar a disseminação do veneno e dos tentáculos.
 
“Pode também ser necessária fazer a remoção mecânica dos tentáculos e, em casos de lesões maiores, fazer outros tipos de tratamentos médicos para queimaduras. Se isso ocorrer, pode levar a vítima para as Upas, que daremos seguimento ao tratamento”, completou o médico.

Fonte: Secom-JP

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