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Ofensiva jurídica

Partido Novo pede inelegibilidade de Lula após desfile na Sapucaí

Embora o TSE tenha rejeitado ações prévias contra a escola na última quinta-feira (12), a ministra Cármen Lúcia já havia alertado para o risco de ilícitos dependendo do desenrolar do evento.

Da Redação Repórter PB

17/02/2026 às 08:15

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Imagem Presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí

Presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí ‧ Foto: Reprodução

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A participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desfile da Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí, tornou-se o novo centro de uma batalha jurídica.

Após o presidente deixar o camarote para acompanhar o enredo em sua homenagem de perto, na noite do último domingo (15), o partido Novo e parlamentares da oposição anunciaram ofensivas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alegando crime eleitoral e abuso de poder.

O partido Novo confirmou nesta segunda-feira (16) que pedirá a inelegibilidade do chefe do Executivo. A sigla argumenta que o desfile configurou propaganda antecipada financiada indiretamente com recursos públicos, ferindo a paridade de armas do processo eleitoral. O senador Flávio Bolsonaro (PL) também se manifestou, classificando o evento como "crime eleitoral" e prometendo protocolar representações contra o PT por uso indevido da estrutura do Carnaval para promoção política.

Embora o TSE tenha rejeitado ações prévias contra a escola na última quinta-feira (12), a ministra Cármen Lúcia já havia alertado para o risco de ilícitos dependendo do desenrolar do evento.

Com os novos acontecimentos, a Corte deve reanalisar se a conduta do presidente e o contexto da homenagem excederam os limites da liberdade de expressão cultural, configurando abuso de poder político e econômico.

Fonte: Repórter PB

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