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Decisão

STF inclui ministro do STJ Marco Buzzi em inquérito que apura venda de sentenças

Marco Buzzi, que já se encontra afastado de suas funções no STJ em razão de denúncias de assédio sexual, passa agora a ser formalmente investigado na frente que apura a venda de decisões jurídicas.

Da Redação Repórter PB

25/07/2026 às 09:45

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Imagem Supremo Tribunal Federal (STF)

Supremo Tribunal Federal (STF) ‧ Foto: Reprodução

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O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a inclusão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi no inquérito que apura um esquema de venda de sentenças no Poder Judiciário.

A determinação foi proferida pelo relator do caso, ministro Cristiano Zanin, no âmbito das apurações da Operação Sisamnes, conduzida pela Polícia Federal (PF).

O procedimento tramita em sigilo e os indícios específicos apontados contra o magistrado não foram detalhados. A Operação Sisamnes começou a partir da identificação de servidores de gabinetes do STJ que acessavam indevidamente o sistema de minutas de votos para comercializar informações privilegiadas. Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nove pessoas envolvidas no esquema por crimes como organização criminosa, corrupção e exploração de prestígio.

Marco Buzzi, que já se encontra afastado de suas funções no STJ em razão de denúncias de assédio sexual, passa agora a ser formalmente investigado na frente que apura a venda de decisões jurídicas.

Em nota, a defesa do ministro afirmou que ele não tem ciência sobre as investigações da Operação Sisamnes e reforçou que o magistrado é impedido por lei de julgar processos que contem com a atuação de seus familiares.

Fonte: Repórter PB

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