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Convocação

PF determina retorno imediato de Eduardo Bolsonaro a cargo de escrivão

Caso não se apresente à Polícia Federal, o ex-parlamentar poderá responder por abandono de cargo, além das sanções penais já em curso.

Da Redação Repórter PB

02/01/2026 às 16:15

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Imagem Deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP)

Deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ‧ Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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A Polícia Federal (PF) formalizou, nesta sexta-feira (2), a convocação para o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro aos quadros da corporação como escrivão.

O ato, publicado no Diário Oficial da União, encerra oficialmente o afastamento para exercício de mandato eletivo, retroativo a 19 de dezembro de 2025 — data em que o político teve seu mandato de deputado federal cassado por excesso de faltas.

A decisão da Câmara dos Deputados ocorreu após Eduardo permanecer nos Estados Unidos desde março de 2023, ignorando o fim de sua licença parlamentar em julho do mesmo ano. Sem exercer funções legislativas presenciais e com a liderança da minoria negada pela presidência da Casa, o ex-deputado perdeu o foro privilegiado e a prerrogativa de afastamento funcional. Atualmente, ele é considerado foragido pelas autoridades brasileiras.

Além da obrigação administrativa de retornar ao serviço público, Eduardo Bolsonaro enfrenta pressão do Judiciário. Ele é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em um processo que investiga tentativas de promover sanções internacionais contra o Brasil, com o objetivo de interferir nos julgamentos sobre a trama golpista de 2022.

Caso não se apresente à Polícia Federal, o ex-parlamentar poderá responder por abandono de cargo, além das sanções penais já em curso.

Fonte: Repórter PB

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