
05/06/2026 às 21:57
O passado nunca está morto. Nem sequer passou, como dizia o mestre. Tempos atrás, a Universidade Católica Portuguesa recebeu em Lisboa o diretor do Museu Estatal Auschwitz-Birkenau para uma conversa com os alunos.
Uma história impressionou o auditório. Contou Piotr Cywi?ski que, anos atrás, recebeu um telefonema de um aposentado alemão que queria saber se o pai havia trabalhado no campo de extermínio. Toda a família lhe dissera que não: o pai fora um soldado na Frente Leste, obrigado a combater e a morrer pela tirania nazista.Leia mais (06/05/2026 - 21h57)
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