
06/01/2026 às 16:39
O número de feminicídios e de mulheres feridas com arma de fogo cresceu 52% em 2025, na comparação com o ano anterior. E, a cada quatro casos, um é cometido por agente de segurança. Ao todo, 12 ocorrências desse tipo foram registradas no ano passado, número superior ao de 2024, quando houve oito casos envolvendo agentes do Estado.

Os dados são de levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado, mostra que ao menos 50 mulheres cis e trans foram vítimas desse tipo de violência nos 57 municípios das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Belém, pesquisadas pela entidade, enquanto, em 2024, foram 33 casos.
Somente em novembro, cinco mulheres sofreram ataques em um intervalo de dez dias.
O Rio de Janeiro lidera a estatística, com 21 mulheres mortas a tiros, seguido por Salvador e Pará.
Na capital fluminense, um dos casos que chocou a comunidade acadêmica, em novembro, foi o assassinato de duas professoras dentro do CEFET, a escola técnica federal, no Maracanã. O atirador, que era funcionário da instituição, se matou em seguida.
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