O esforço, o debate, e a solução que não existe: efetivo para policiamento em São Gonçalo

O esforço dos poderes constituídos é louvável, mas ninguém pode malhar em ferro frio.

Por iniciativa do Vereador Presidente, Radamés Estrela (PDT), a Câmara de Vereadores em Sousa debateu em audiência pública, a questão da segurança do Distrito de São Gonçalo, e Núcleos Habitacionais nesta sexta-feira (10).


O esforço dos poderes constituídos é louvável, mas ninguém pode malhar em ferro frio.


O problema todo esbarra em uma situação crua: “As Polícias Civil, e Militar não têm efetivo suficiente para atender as necessidades da população”.


Pediram posto da Polícia Militar no Distrito de São Gonçalo. É bom demais Júnior! Só tem um detalhe: Falta efetivo. É preciso uma logística para a implantação desta ideia. Quem vai bancar?


O Comando de Policiamento Regional II (CPRII), Coronel Campos, disse que o pedido do Poder Legislativo é louvável, mas que esforçaria para colocar Viaturas mais efetivas realizando rondas no Perímetro, o que de alguma maneira seria uma presença mais constante da Força Pública no local.


Um Posto Policial demanda efetivo, que esbarra no meio legal. Um Policial tira serviço 24, tem que folgar 48h. No mínimo precisaria de uma efetivo de 12 homens, e é justamente a quantidade que não tem, e faltam nos serviços diários do Quartel.


O Perímetro Irrigado de São Gonçalo vem passado uma crise de assalto, e mortes nas últimas horas, o que está assustando os moradores.

O Presidente da Câmara, Radamés Estrela relatou que foi tirado um documento para encaminhar ao Comando Geral da Polícia Militar, Coronel Euller Chaves relatando os problemas, e pedindo soluções urgentes.

Também debateram o tema segurança no Poder Legislativo sousense, o delegado da 19º Área Integrada da Polícia Civil, Ilamilton Simplício; Tenente-coronel do 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Jurandy Monteiro; Juiz de Direito, Edivan Alexandre; Alex Alves; Francisco Medeiros, vice-presidente do Conselho Municipal de Segurança Pública; Norberto Carneiro, Maçonaria Vale dos Piranhas; Francisco Cicupira, diretor do IFPB campus Sousa; representado a OAB-Subseção de Sousa, Valdeci Rodrigues, professor Isaías Ehrich, vereadores Aldeone Abrantes, José Rodolph Diniz Dias e Adilmar de Sá Gadelha (Cacá Gadelha).


Por enquanto é melhor gritar, propagar que o problema existe. Nada mais! Então, salve-se quem puder!

Pereira Jr.
Analistas, e Articulista Politico
Contato – 83-98140-4747

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