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Operação Perfídus

 PF e Justiça mantêm pressão sobre investigados da Operação Perfídus no Sertão da Paraíba; Delegado envolvido continua preso

A prorrogação do prazo ocorre após o magistrado considerar que o período inicial não foi suficiente para a investigação completa

Da Redação Repórter PB

01/07/2026 às 14:13

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Imagem Policia Federal

Policia Federal ‧ Foto: Divulgação

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A Justiça da Paraíba decidiu prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária do delegado Braz Morroni e de outros sete investigados detidos na Operação Perfídus, que investiga supostos vínculos com o tráfico de drogas. A medida foi determinada nesta segunda-feira (30) para permitir a conclusão das diligências em andamento, incluindo análise de celulares, computadores e demais materiais apreendidos.

A prorrogação do prazo ocorre após o magistrado considerar que o período inicial não foi suficiente para a investigação completa. A decisão também negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Braz Morroni, determinando, entretanto, que o delegado receba acompanhamento médico durante o período em que permanecer detido.

Além disso, a Justiça indeferiu solicitações de desbloqueio das contas bancárias de Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como Bomba, e Eduardo Jorge Ferreira do Egito, o Mão Branca, também presos na operação.

O despacho judicial orienta que a Polícia Civil finalize as perícias e apresente o relatório completo do inquérito dentro do prazo de 30 dias da prorrogação, assegurando a continuidade da investigação e o cumprimento das medidas legais previstas.

Fonte: Repórter PB

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