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Calvário: João Azevêdo exonera mulher de conselheiro citada em delação de Livânia

Ela foi citada na delação de Livânia Farias como responsável por levar, em mãos, R$ 50 mil que teriam sido usados para -convencer- conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) a aprovarem contas do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

O governador João Azevêdo (PSB) determinou a exoneração da servidora Georgina Maria Pinheiro Cruz. A publicação ocorreu na edição desta sexta-feira (17). Ela era assistente técnica da Secretaria de Planejamento e Gestão, comandada até recentemente por Waldson de Souza, preso na sétima fase da operação Calvário. E não para por aí. Ela foi citada na delação de Livânia Farias como responsável por levar, em mãos, R$ 50 mil que teriam sido usados para -convencer- conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) a aprovarem contas do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

Georgina é mulher do presidente do TCE, Arnóbio Alves Viana, que nesta semana fez críticas aos procedimentos do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. A queixa do dirigente do órgão de controle diz respeito à citação do Tribunal de Contas do Estado na denúncia protocolada na Justiça, referente à sétima fase da Operação Calvário. Pelo menos três conselheiros são investigados. São eles: André Carlo Torres, Arthur Cunha Lima e Nominando Diniz. Os dois últimos foram afastados do cargo.

Na delação, Livânia conta que certo dia -Georgiana a chamou para conversar alegando que tinha um recado, onde a mesma disse que teria que passar a quantia de 50 mil pra ela pois tinha uns auditores que estavam querendo dinheiro senão iria dar tudo errado na conta do governador-. Georgina tinha salário de R$ 6,6 mil no cargo.

Com ResumoPB

Repórter PB

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