Pandemia

SPOILER: conheça alguns projetos que disputam a final do desafio covid-19

Nessa pandemia do novo coronavírus, a vacina ou qualquer outra inovação que reduza a disseminação do vírus são as criações mais aguardadas pela população

A história mundial nos mostra o quanto situações extremas, como guerras e pandemias, foram momentos cruciais para o surgimento de inovações tecnológicas. O microondas e o óculos Rayban, por exemplo, são produtos nascidos em períodos de guerra. Assim como a Organização Mundial de Saúde (OMS), que também foi criada no pós-guerra. Já a primeira vacina foi desenvolvida para combater a Varíola na Inglaterra.

Nessa pandemia do novo coronavírus, a vacina ou qualquer outra inovação que reduza a disseminação do vírus são as criações mais aguardadas pela população.

No combate à Covid-19, o Serviço Social da Indústria (SESI) também se mobilizou em várias frentes. Uma delas foi o Desafio Covid-19 de Robótica, no qual estudantes de escolas públicas e privadas de todo Brasil são estimulados a buscar soluções.

O desafio, totalmente virtual, foi lançado em junho e teve quase 2 mil inscritos. Agora, na segunda fase, 39 equipes, formadas por jovens com idades entre 9 e 18 anos, disputam o pódio.

Uma das equipes finalistas, por exemplo, percebeu por meio de um questionário on-line que o maior medo das pessoas era ir ao supermercado. Para amenizar a situação, os jovens desenvolveram uma cabine de desinfecção, que é instalada no caixa. Assim, na hora do pagamento as compras já são higienizadas.

A capacidade de cada cabine é de até 22kg, o que ajuda a não atrasar o processo de compra e evita a formação de longas filas. Além disso, o tempo gasto para desinfectar os produtos é de 30 segundos e é tudo feito de forma automática.

Jovens buscam alimentos que aumentam a imunidade

Formas de aumentar a imunidade do corpo humano para reduzir as chances de contrair o coronavírus também estão entre os projetos finalistas. Uma das soluções apresentadas é bem saborosa. Os estudantes criaram um chocolate 70% cacau, no qual acrescentaram vitaminas indispensáveis para manter a imunidade em alta como Vitamina C, D, E, Complexo B, Zinco e Selênio.

O maior desafio no desenvolvimento do projeto se deu pelo fato de existirem diferentes requerimentos nutricionais para essas substâncias a depender da idade da pessoa. Por isso, a equipe optou por criar três variações do chocolate: um pode ser ingerido por crianças de 2 a 3 anos; outro dos 4 aos 12; e a terceira opção é voltada para pessoas com idade acima de 12 anos.
Sem toques, sem coronavírus
E se os botões que costumamos apertar pudessem ser acionados de outra forma? Essa questão também foi respondida por uma das 39 equipes selecionadas. Afinal, uma das formas de transmissão do coronavírus é por meio do toque das mãos em superfícies contaminadas.

Para esse problema, uma das soluções apresentadas foi um interruptor que pode ser acionado a distância. Ele funciona por meio de um sensor ultrassônico o qual verifica as tentativas de ativamento a uma distância de 5cm. Além disso, o protótipo também conta com uma lâmpada pequena de LED, para informar ao usuário se a mão está sendo detectada ou não.

Agora que você conhece alguns dos projetos que estão concorrendo ao pódio, basta ficar atento a premiação que acontecerá na próxima quinta-feira (24).

Ao todo, sete equipes serão premiadas: 1º, 2º e 3º lugares no geral, e ainda, premiações exclusivas para as categorias: Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Os prêmios não são cumulativos, ou seja, cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria.

Todas as sete equipes vencedoras ganharão medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas serão convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.

Agência CNI de Notícias

Repórter PB

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