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Severus

PF e CGU atuam contra fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro

Ação cumpre 33 mandados de busca e apreensão, nos municípios baianos de Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.

Da Redação Repórter PB

13/08/2026 às 08:40

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Imagem Operação da Polícia Federal e CGU

Operação da Polícia Federal e CGU ‧ Foto: Reprodução/Ilustrativa

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A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quinta-feira (13/8), a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, destinada ao aprofundamento de investigação sobre possível esquema criminoso envolvendo contratações públicas no Município de Gongogi/BA, inclusive com utilização de recursos federais. 

Ação cumpre 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), nos municípios baianos de Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis. 

A investigação apura a possível atuação de grupo criminoso no âmbito da Administração Municipal, com participação de agentes públicos e de particulares, voltada, em tese, à prática de fraudes em procedimentos licitatórios, de desvio de recursos públicos, de corrupção e de lavagem de dinheiro. 

Os elementos reunidos até o momento indicam, entre outras irregularidades, possível direcionamento de licitações, utilização de documentos falsos, simulação de procedimentos administrativos, pagamentos por serviços não executados ou executados parcialmente e posterior movimentação dos valores desviados por meio de interpostas pessoas e empresas. 

Além da apreensão de documentos e mídias, a decisão judicial autorizou a apreensão de valores em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados. Também foram determinadas medidas cautelares patrimoniais, com bloqueio e indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens, até o limite de R$ 2 milhões. 

O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU, e as investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e para a individualização das responsabilidades.

Fonte: Repórter PB

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