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Proposta

PGR rejeita delação de ex-presidente do BRB por falta de provas novas no caso Banco Master

Com a negativa da PGR, a defesa perde uma das principais frentes de alívio judicial, e o processo segue o rito tradicional em direção à instrução e julgamento na Justiça Federal.

Da Redação Repórter PB

26/06/2026 às 07:50

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Imagem Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB)

Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) ‧ Foto: Reprodução

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou, nesta quinta-feira (25), a proposta de acordo de delação premiada apresentada por Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB).

Investigado por suposto envolvimento em fraudes ligadas ao Banco Master, o executivo tentava fechar a colaboração em troca de benefícios penais, mas o Ministério Público Federal barrou a iniciativa por falta de consistência nas informações.

Segundo o entendimento da PGR, os termos propostos pela defesa de Costa não trouxeram elementos inéditos ou provas substanciais além daquilo que já havia sido mapeado pelos investigadores da Polícia Federal (PF). Outro fator determinante para a recusa foi a ausência de indicações concretas sobre montantes financeiros e ativos que poderiam ser devolvidos para o ressarcimento dos cofres públicos.

Paulo Henrique Costa está preso desde 16 de abril, quando foi alvo da quarta fase da Operação Compliance, que apura irregularidades na tentativa de aquisição do Banco Master pelo BRB — autarquia vinculada ao Governo do Distrito Federal (GDF).

A denúncia aponta que o ex-presidente do BRB teria articulado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em propinas, disfarçadas por meio de transações imobiliárias fraudulentas. Apesar das provas colhidas pela PF, o ex-gestor nega veementemente a prática de qualquer crime.

Com a negativa da PGR, a defesa perde uma das principais frentes de alívio judicial, e o processo segue o rito tradicional em direção à instrução e julgamento na Justiça Federal.

Fonte: Repórter PB

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