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Ex-prefeito de Aparecida será investigado por contratar auditoria que apontou desviou de R$ 272 mil ao erário

A Dra. Izabella Maria de Barros Santos será a responsável para apurar os fatos, e já iniciou os procedimentos cabíveis ao caso

Da Redação Repórter PB

08/05/2022 às 21:22

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Imagem Ex-prefeito Júlio César recebendo auditoria das mãos dos advogados Empresa Almeida e Escorel Advocacia

Ex-prefeito Júlio César recebendo auditoria das mãos dos advogados Empresa Almeida e Escorel Advocacia ‧ Foto: reporterpb

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A Promotoria de Justiça Cumulativa de Sousa, através da 4ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público, abriu Inquérito Civil Público para apurar suposta contratação irregular da Empresa Almeida e Escorel Advocacia pelo ex-prefeito de Aparecida, Júlio César Queiroga de Araújo em setembro de 2020.

O Ministério Público recebeu denúncia do atual Prefeito, João Neto, apresentando razões de supostas irregularidades na contratação da empresa ALMEIDA EESCOREL ADVOCACIA para prestar serviços especializados de auditoria contábil, contrato firmado pela  ex-gestão.

Relatório com 86 páginas na época apresentado pelo então Prefeito, Júlio Cesar revelou ações do Governo do vice-prefeito, Valdemir Oliveira no período de 21 de janeiro a 27 de julho do ano de 2020, tempo que ficou como Gestor do Município diante do afastamento pela justiça do Prefeito Júlio César, após julgamento de processo por Ato de Nepotismo praticado há 16 anos atrás.


A investigação teve o condão de separar os atos praticados pelo antão vice-prefeito Valdemir Oliveira do gestor titular, Júlio César para servir de provas junto ao Tribunal de Contas do Estado na prestação de contas no exercício financeiro de 2020.


Os auditores do Escritório Almeida & Escorel Advocacia com Sede em João Pessoa, constataram quatro falhas cruciais na Gestão de Valdemir Oliveira: Improbidade Administrativa, práticas de Nepotismo, Desvios de finalidade, e Super Faturamento, o que teria causado um prejuízo aos cofres públicos Aparecidense de R$ 272 mil.

Ainda nas investigações dos Auditores foram comprovados contratos com um Escritório de Advocacia neste período no valor de R$ 69 mil.

Com relação ao contrato detectado pela Auditoria de um Escritório de Advocacia no valor de R$ 69 mil, o Prefeito Júlio explicou que foi in loco ao Escritório localizado em Barros/CE, porém “seu Expedito, ele fez apenas um parecer em duas folhas dentro de um processo administrativo. Isso é significante para quem ganha R$ 12 mil mensais em que nós pagamos R$ 7 mil a um contador para trabalhar um mês, pagamos a um Escritório de Consultoria R$ 5 mil para Dr. Expedito em cinco meses fazer um parecer administrativo com duas folhas, então isso é gravíssimo”, sustentou na época o Gestor.

Finalizando Júlio César, então justificou sua ação de pedir a Auditoria independente, primeiro para desassociar sua Gestão da do Vice-prefeito Valdemir Oliveira, exercício financeiro 2020, o qual ocupou o cargo por seis meses, e por fim “vamos levar ao conhecimento do TCE, MP, e vou repetir: vamos “pipinar” na caneta tudo que houve de desmando no nosso Município. Isso é meu papel como Gestor sair em defesa do Erário Público, e sair em defesa da população”.

No entanto, quando o Prefeito atual João Neto do Município de Aparecida assumiu administração, tratou de conseguir documentos que supostamente podem provar dolo praticado em tese pelo ex-prefeito, Júlio César, e apresentou pedido de investigação junto ao Ministério Público de Sousa.

A Dra. Izabella Maria de Barros Santos será a responsável para apurar os fatos, e já iniciou os procedimentos cabíveis ao caso.

Relembre reportagem na época feita pelo Portal REPORTERPB com exclusividade sobre o tema.

 

 

Fonte: Repórter PB

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