
09/10/2026 às 17:19
O Pix ultrapassou a marca de 1 bilhão de chaves cadastradas no Brasil. Os dados do Banco Central mostram que o sistema fechou o mês de setembro com 1,08 bilhão de registros, 10 milhões a mais que no mês anterior. Desde o fim do ano passado, o acréscimo foi de mais de 80 milhões de chaves.

Esse total não representa a quantidade de usuários, já que uma mesma pessoa pode ter várias chaves. O sistema do Banco Central reúne cerca de 170 milhões de clientes, entre pessoas físicas e empresas.
A chave é o identificador da conta de quem vai receber o dinheiro. Pode ser o CPF ou o CNPJ, o número do celular, o e-mail ou a chave aleatória, um código gerado pelo próprio banco.
Esse último tipo é o mais comum, com mais de 526 milhões de registros, mais da metade do total. Ele permite receber transferências sem dados pessoais. Depois vêm as chaves que usam o número de celular, com 166 milhões, as de CPF, com quase 154 milhões, e as de e-mail, com cerca de 145 milhões.
Cada pessoa física pode ter até cinco chaves por conta e as empresas, até 20.
O Pix começou a funcionar em novembro de 2020, com 73 milhões de chaves já cadastradas no primeiro dia.
Atualmente, só em setembro, o Sistema de Pagamentos Instantâneos, do Banco Central, processou mais de 7 bilhões de transações, que somaram cerca de R$ 3,2 trilhões. Em média, são mais de 230 milhões de operações por dia.
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