
22/09/2026 às 11:34
Um novo corte da taxa básica de juros vai depender da evolução da economia num cenário cada vez mais incerto.

O momento é de cautela, prega o Copom, Comitê de Política Monetária, na ata da última reunião que reduziu a taxa Selic para 13,75%.
O mercado financeiro, na última segunda-feira, apostou em, pelo menos, mais um corte nessa taxa, ficando assim em 13,5% no fim deste ano.
De acordo com a ata, os conflitos geopolíticos e as decisões sobre juros em outros países impactam a política monetária no Brasil.
Aqui no país, o Banco Central reconhece que a taxa de juros elevada vem desacelerando a economia, e assim contendo a inflação. No entanto, a elevação dos gastos, o crédito direcionado e a dívida pública podem dificultar a queda da inflação. Por isso defende que as políticas fiscal e monetária andem juntas.
O Copom afirma que, nesse cenário todo, os riscos de alta da inflação são maiores do que de redução.
Então, conclui que nesse contexto de “incerteza em níveis historicamente elevados”, o ciclo de regulação vai ser ajustado conforme a evolução dos dados econômicos, de forma a garantir que a inflação mantenha a convergência para a meta.
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