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Dengue: 184 cidades mineiras estão em situação de risco de epidemia

Rádio Agência

16/04/2026 às 17:10

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Cerca de 184 cidades mineiras estão em situação de risco para epidemia de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde. Outras 422 cidades estão em situação de alerta. Nesta semana, a secretaria divulgou o resultado do Levantamento Rápido para Índices do Aedes aegypti (LIRAa), o primeiro de 2026.

Conforme a secretaria, o LIRAa pesquisa a quantidade de larvas do mosquito encontradas nos municípios e indica um possível cenário esperado para o período de maior incidência das arboviroses no estado, entre os meses de outubro e maio. O estudo ajuda a orientar as ações preventivas e de combate ao mosquito, além da transmissão de dengue, zika e chikungunya. A pesquisa é feita por amostragem, em que os agentes sorteiam os imóveis que serão visitados e coletam as informações por região da cidade.

Nos municípios com índice de infestação inferior a 1%, a situação é considerada satisfatória. Índice entre 1% e 3,9% é de situação de alerta, e quando o índice passa dos 3,9% já é situação de risco para epidemia. Ainda conforme a Secretaria de Saúde, os resultados do LIRAa apontam que o quadro geral das arboviroses no estado estão abaixo da média histórica, mesmo com um pequeno aumento no registro de casos nas últimas semanas, que é uma situação considerada normal por conta do período sazonal.

De acordo com o boletim divulgado nesta terça-feira (14), desde o início do ano foram confirmados 15.887 casos de dengue em Minas. 10 pessoas morreram e 26 mortes estão em análise. A febre chikungunya teve 3.889 casos confirmados e uma morte está em investigação. Sobre o vírus zika, ocorreram seis confirmações.

O LIRAa apontou também que as casas e imóveis ocupados seguem sendo os locais onde surgem os principais focos de procriação do mosquito. Caixas d'água destampadas, vasos de plantas, pneus e objetos jogados em quintais e lotes vagos foram os principais criadouros onde a água se acumula. A eliminação desses focos é uma das ações mais importantes no combate a essas doenças.
 

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