
08/04/2026 às 20:23


“Foi um diferencial na escolha de Aracaju como sede. A estrutura dedicada ao futebol feminino, juntamente com a disponibilidade de mais campos, permitiu a otimização dos horários e a ampliação da visibilidade do esporte. Tudo isso foi um fator decisivo na candidatura da cidade, que volta a sediar este evento após 16 anos”, declarou o diretor de Marketing e Comunicação da CBDU, Paulo Souza.
A atleta da UniFTC (Bahia) Rafaela Maciel diz que a iniciativa poderia inspirar outras cidades pelo país: “Tudo muito bonito. Não só a arena, mas a infraestrutura toda do parque. Essa criatividade poderia ser levada para outros lugares”.
Natural de Aracaju, a árbitra Diana Santos, que não participou de um JUBs quando estudante, destaca a competição como incentivo ao desenvolvimento do futebol feminino: “Queria ter participado de uma competição dessas. É uma oportunidade para elas mostrarem o seu valor. Apitando os jogos, dá para notar vários talentos e potenciais jogadoras profissionais”.
Tanto Rafaela quanto Diana relatam diversos preconceitos e insultos machistas por se envolverem com o futebol, mas nenhuma delas foi intimidada, mas seguem acreditando que é possível ser feliz e ganhar a vida dentro de campo.
*Jornalista viajou a convite da CBDU.
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