
As aulas são aplicadas pelos diretores adjuntos do Nupemec Bruno Azevedo, Fábio Leandro e Antônio Carneiro em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus de Sousa, e a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (Fafic) de Cajazeiras. O curso tem como público-alvo juízes, advogados, graduados e estudantes do curso de Direito, psicólogos, assistentes sociais, médicos, empresários, gestores, profissionais de Recursos Humanos e educadores. A ideia é incluir profissionais de qualquer área que tenham interesse em conciliar e mediar conflitos nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs).

O magistrado acrescentou, ainda, a importância da metodologia nos casos extrajudiciais, embora se trabalhe esses institutos nos atos judicializados de forma eficiente, promovendo uma resolução menos burocrática, o que torna a autocomposição uma das principais políticas públicas do Judiciário, capitaneada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a partir da Resolução nº 125/2010. “Estamos consolidando um projeto iniciado de forma pioneira no TJPB, que abraçou essa política em 2008, quando criou as Câmaras de Conciliação e Arbitragem em Guarabira, Cabedelo, Campina Grande e João Pessoa, e que, hoje, se harmoniza com a política nacional”, enfatizou Bruno Azevedo.
As expectativas para o sucesso da capacitação no Sertão são as melhores possíveis, de acordo com o juiz Fábio Leandro. “O auditório está lotado de alunos e servidores, que participam de forma ativa, querendo aprender muito sobre a política de autocomposição. Isso nos dá a certeza que esses novos conciliadores, que entrarão em atividade nos respectivos Cejuscs, vão exercer a conciliação de maneira efetiva e eficaz, trazendo grandes benefícios para toda a sociedade e jurisdicionados”, considerou.